quarta-feira, 25 de junho de 2014

4ª edição do Prêmio Fotografia-Ciência & Arte do CNPq com inscrições abertas

premio_foto_cnpq_2014Estudantes de graduação e pós-graduação, docentes e pesquisadores brasileiros interessados em participar do Prêmio Fotografia-Ciência & Arte 2014 podem inscrever suas fotografias para apreciação da comissão julgadora até o dia 29 de agosto. A premiação tem como objetivos fomentar a produção de imagens com a temática de Ciência, Tecnologia e Inovação, contribuir com a divulgação e a popularização da ciência e tecnologia e ampliar o banco de imagens do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq).

Duas categorias serão contempladas nesta 4° edição: Imagens produzidas por câmeras fotográficas, modalidades Ambiente Silvestre e Antrópico, e Imagens produzidas por instrumentos especiais (ópticos, eletromagnéticos e eletrônicos), como lupa, microscópio, telescópio, imagens de satélite, raio-x, ultrassom, ressonância magnética, endoscópio, colposcópio e pet scan.

A imagem inscrita deverá estar associada à atividade científica ou tecnológica e ter sido produzida para fundamentar o trabalho de pesquisa, ao qual o candidato (a) esteve ou esteja vinculado. O objetivo do certame é contribuir com a divulgação e a popularização da ciência e tecnologia, fomentar a produção de imagens com a temática relacionada à ciência, tecnologia e inovação e ampliar o banco de imagens da instituição.

Os três primeiros colocados, em cada modalidade, serão premiados em dinheiro. O 1º colocado receberá a quantia de R$ 8 mil; o segundo colocado receberá o valor de R$ 5 mil; e o terceiro R$ 2 mil. O primeiro colocado de cada categoria terá direito à passagem aérea e hospedagem para participar da 67ª Reunião Anual da SBPC, em julho de 2015, em local ainda a ser definido.

Para efetuar a inscrição, acesse: Prêmio Fotografia-Ciência & Arte 2014.

Com informações da Coordenação de Comunicação Social do CNPq

Fonte: http://www.funcap.ce.gov.br/index.php/noticias/44808-4o-edicao-do-premio-fotografia-ciencia-a-arte-do-cnpq-com-inscricoes-abertas

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domingo, 15 de junho de 2014

Pelo fim da gasolina, Tesla Motors abre patente de carros elétricos



A Tesla Motors vai liberar sua tecnologia patenteada em veículos elétricos para qualquer pessoa, numa tentativa de estimular a inovação. A informação foi divulgada em um post no blog da companhia por Elon Musk, CEO da Tesla.

Segundo ele, a empresa se compromete a não entrar com processos por patentes contra quem utilizar sua tecnologia, desde que seja “de boa fé”. A iniciativa pode aquecer o mercado de carros elétricos, que hoje representam menos de um por cento das vendas das montadoras. Musk afirma também que o sistema atual de patentes muitas vezes sufoca a inovação em si e apoia grandes empresas, em vez de ajudar pequenos inventores.

“A Tesla Motors foi criada para acelerar o advento do transporte sustentável", declara, “se nós abrimos o caminho para a criação de veículos elétricos, mas, em seguida, inibirmos outros, estamos agindo de maneira contrária a esse objetivo”.

A decisão de abertura das patentes pode tornar o mercado mais competitivo e, com isso, acelerar o crescimento no número de compras.

“Quando começamos, nos sentimos compelidos a criar patentes sem a preocupação de que grandes empresas de automóveis poderiam copiar nossa tecnologia e oprimir a Tesla. Não poderíamos estar mais errados”, afirma Elon Musk.

O executivo cita ainda o movimento open source para justificar a nova postura da companhia. Grandes empresas, como Google e Twitter, já seguem por esse caminho, liberando pequenas patentes, até agora.  No futuro, a medida pode significar maior apoio para pequenos inventores e desenvolvedores.

Fonte: http://olhardigital.uol.com.br/noticia/42559/42559
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Jovem paraplégico usa exoesqueleto e chuta bola na abertura da Copa de 2014


Parabéns ao grande pesquisador Brasileiro Miguel Nicolelis. Aos pessimistas de plantão, no Brasil tem muito a exibir ao mundo...



Depois da apresentação de Pit Bull, Jennifer Lopez e Claudia Leitte as câmeras da Fifa parecem ter desviado o foco do mundo do brasileiro que deu o chute inicial da Copa do Mundo. A transmissão estava na animação da festa, mostrou o chute, com a bola já rolando e o homem em pé com braço erguido. Um segundo e a festa voltou a ser transmitida.



Nenhum estranhamento não fosse esse um importante momento para a ciência. O brasileiro que deu o chute demonstrou o exoesqueleto - uma estrutura metálica que dá sustentação ao paraplégico e entende os comandos do cérebro, como andar e chutar - criado pelo neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis. Essa foi a primeira exibição do estudo iniciado em 2009.

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domingo, 24 de novembro de 2013

Treinamento gratuito oferecido por especialista

O que é MVA?

Os tecnólogos bem-sucedidos nunca param de aprender e a tecnologia excelente nunca para de evoluir. A Microsoft Virtual Academy (ou MVA) oferece treinamento online da Microsoft realizado por especialistas para ajudar os tecnólogos a aprender constantemente, com centenas de cursos, em 11 idiomas diferentes. Nossa missão é ajudar desenvolvedores, profissionais de TI inteligentes e estudantes avançados a aprender sobre a mais moderna tecnologia, desenvolver suas habilidades e progredir em sua carreira. A MVA é gratuita, e o serviço inteiro é hospedado no Windows Azure. 
Seja um membro da MVA para ganhar pontos em sua aprendizagem, atingir níveis diferentes de selos e status com relação a outras pessoas em seu país ou ao redor do mundo e obter certificados quando concluir um curso inteiro. Seu painel pessoal ajuda a acompanhar seu progresso com relação a seus planos de aprendizagem pessoais.
As oportunidades de aprendizagem da MVA combinam cursos sob demanda e eventos ao vivo. 

·         Os cursos sob demanda ajudam você a aprender em seu próprio ritmo e quando você tiver tempo em sua agenda ocupada. 
·         Os interessantes eventos ao vivo da MVA incluem o treinamento Introdução rápida e a sessão de perguntas e respostas ao vivo da MVA onde você pode interagir com especialistas e um público de aprendizes do mundo todo. Nossos instrutores e especialistas responderão às perguntas feitas em sessões de bate-papo em tempo real para que você possa aplicar o que aprendeu imediatamente.
Os desenvolvedores que desejam saber como criar aplicativos para a Web, Windows ou Windows Phone podem explorar nossos cursos sobre treinamento de desenvolvimento de aplicativos, treinamento em HTML5, treinamento em C# e desenvolvimento de aplicativos do Windows Phone.
Os profissionais de TI que desejam avaliar, implantar, administrar, atualizar e gerenciar a infraestrutura em sua organização devem conferir nossos cursos online sobre treinamento do Windows Server, treinamento do Windows 8, treinamento do Windows Azure e virtualização da Microsoft.

domingo, 17 de novembro de 2013

Artigos científicos, co-autoria, erros & outros temas


Co-autoria e outros pontos relevantes na redação de um artigo científico.

Francisco J. A. de Aquino, prof. IFCE - Campus Fortaleza.

Resumo: Nesta postagem em forma de artigo, apresentamos e explicamos algumas das formas mais comuns de erros que jovens pesquisadores ou bolsistas de iniciação científica cometem na escrita de seus artigos. Essas observações são focadas principalmente nos institutos federais, mas podem ser alguma utilidade para universidades e centros de pesquisa. Essa postagem não pretende substituir a função do orientador, pelo contrário, um dos objetivos é destacar o papel do orientador sobre o trabalho do orientado.

Introdução

Nos últimos anos a produção acadêmica dos institutos federais cresceu de forma acentuada, seguindo o crescimento de toda a rede federal de ensino, basta ver os números de artigos publicados nos CONNEPI's (*). Essa produção, entretanto, ainda precisa amadurecer e se aprofundar mais. Estamos em uma fase de consolidação da pesquisa e é natural que ela tenha esse padrão.

Mesmo sendo "natural" que o padrão de pesquisa seja esse (imaturidade, relativamente superficial), não podemos ficar acomodados e devemos traçar metas claras para que a importância das publicações tenha um ganho de qualidade nos próximos anos. Esse processo de apropriação e geração de conhecimento é um papel institucional, mas uma parte cabe aos orientadores e demais pesquisadores envolvidos.

O foco desse artigo, contudo, são alguns erros "simples" cometidos pelos autores dos artigos, na sua grande maioria alunos de graduação, ou mesmo do ensino médio (bolsistas PIBIC-Jr.), ao se aventurarem na escrita de seus primeiros artigos.


(*) O CONNEPI tem periodicidade anual, sendo suas edições anteriores realizadas nos seguintes estados: I CONNEPI (2006) - Rio Grande do Norte (CEFET-RN); II CONNEPI (2007) - Paraíba (CEFET-PB); III CONNEPI (2008) - Ceará (CEFET-CE); IV CONNEPI (2009) - Pará (IFPA); V CONNEPI (2010) - Alagoas (IFAL); VI CONNEPI (2011) - Rio Grande do Norte (IFRN e IFS). Em 2012, o CONNEPI foi realizado em Tocantins (IFTO) e em 2013 será em Salvador (BA). Em 2012 foram mais de 2500 trabalhos aceitos, já em 2013 foram mais de 3600 artigos.

Revisão da literatura

Como esta é uma "postagem" e não um "artigo científico" sobre o tema, não será realizada uma revisão da literatura exaustiva sobre esse assunto, mas podemos indicar: 

  • Erros em artigos científicos brasileiros são mais conceituais do que de expressão - Alisson;
  • Critérios de autoria e co-autoria em trabalhos científicos - Montenegro e Ferreira Alves;
  • Quem deve ser incluído na lista de autores de um artigo científico? - Yukihara;
  • Aspectos Éticos, Legais e Morais Relacionados à Autoria na Produção Científica - Goldim;
  • Cresce número de artigos científicos 'despublicados' por fraude ou erro - Lopes;
  • A Impotância do uso de critérios objetivos para autoria de artigos científicos - Bussato Filho;

Obs: em um artigo científico, esse seria um erro "óbvio" - não realizar uma revisão crítica e adequada da literatura existente.

Erros mais comuns

Os erros mais comuns que infernizam a vida dos jovens (e não tão jovens) pesquisadores são: revisão incompleta ou inadequada da literatura, plágio não intencional, falta de uma revisão rigorosa do artigo final, co-autoria indevida e erros metodológicos.

Dificilmente sua ideia é completamente original, inédita, nunca pensada antes. É triste, mas a verdade é que provavelmente alguém já pensou no mesmo tema que você está pesquisando e talvez já tenha até mesmo publicado vários artigos. É sua obrigação investigar o que já foi publicado sobre o seu tema. Com a internet e os as publicações disponíveis on-line, essa busca está muito mais fácil que a 20, 30 anos. Logo, antes de pensar em ganhar um prêmio Nobel com a sua "nova" ideia brilhante, veja se alguém já publicou. Note: não ser o primeiro não significa que o terreno já esteja totalmente desbravado e nada útil possa ser descoberto.  

Se você revisou a literatura, então a próxima "armadilha" é fazer um plágio não intencional. Se você está usando alguma figura, tabela, gráfico ou outra informação de algum outro autor, os créditos devidos devem ser explicitados claramente. É fundamental dizer de onde veio a tal figura, tabela, gráfico ou ideia. Não citar a fonte original é plágio. Se o revisor suspeitar de algum plágio, seu artigo vai ser recusado. Os méritos que ele pode ter não serão suficientes para evitar a rejeição.

Muito bem, os dois itens acima estão sob controle. Seu artigo tem uma boa revisão da literatura disponível, os créditos aos autores que você pesquisou estão todos lá indicados, então o próximo passo é conferir se o seu artigo está bem escrito e organizado como manda o figurino. Você não precisa ser um escritor como Machado de Assis, mas seu texto tem que ser claro, objetivo, agradável e fácil de ler. Confira se as figuras estão todas lá e na ordem certa, veja se alguma frase ficou pela metade. Para isso, imprima o texto (nesse momento você terá que ser anti-ecológico), leia e peça para seu orientador ler. Ao fim da leitura, corrija todos os erros e repita o processo (sempre em papel!). Quando achar que está ok, pode submeter o seu artigo. Ou não. Podem faltar ainda alguns detalhes.

A questão da co-autoria. Só pode ser co-autor quem efetivamente colaborou em algum momento na escrita ou na obtenção dos resultados do artigo. O orientador, mesmo quando quando a participação é pequena (ele pode ter apenas sugerido o tema de pesquisa), tem o direito de ser co-autor, mas ele precisa fazer pelo menos a revisão final do artigo. Esse ponto é bem mais aprofundado aqui e aqui.

Finalmente, seu artigo pode conter algum erro ou falha metodológica. Isso só pode ser detectado por um pesquisador mais experiente. Evite conclusões tendo por base poucos fatos, refaça os experimentos, se existirem discordâncias com a literatura tente justificar o que está ocorrendo.

Sanados todos esses percalços, seu artigo está pronto para ser submetido e, possivelmente, aceito. Parabéns! 

Obs: nem sempre um bom artigo é aceito, especialmente em eventos, um revisor de mau humor pode ver apenas as fraquezas do artigo e ignorar a sua contribuição.

Conclusões

Escrever é uma tarefa árdua. Não é fácil ou trivial escrever um bom artigo científico. Muita leitura e esforço pessoal para dominar determinado tema são necessários. E muitas armadilhas estão espalhadas pelo caminho. Saber driblar essas armadilhas e obter um bom resultado final é uma tarefa que exige tempo e dedicação. É um trabalho de equipe, no mínimo você e o seu orientador devem trabalhar em sintonia. Evitar os erros mais grosseiros é necessário, a penalidade é a rejeição e a frustração de ver o seu artigo rejeitado.

Agradecimentos

Sem citar nomes, quero agradecer a meus bolsistas e ex-bolsistas de IC, e alguns alunos da graduação (principalmente da Eng. de Telecomunicações do IFCE) que, direta ou indiretamente, contribuíram para algumas ideias ou material aqui apresentados. Claro que essa postagem também não seria possível se eu não estivesse inserido em um contexto de pesquisa propiciado pelo IFCE - Campus Fortaleza - Departamento de Telemática.

Referências

sábado, 16 de novembro de 2013

Banda de Música de Hidrolândia - 2013

Ensaio da banda de música de Hidrolândia. A banda estava desativada e através de uma parceria entre o ITEHI - Instituto de Tecnologia e Educação de Hidrolândia e a Prefeitura Municipal a banda voltará com força total.

Parabéns a todos os componentes da nova bandinha.

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Solenidade de lançamento do Projeto Ecoleta

A solenidade de lançamento do Projeto Ecoleta na manhã de sábado 09/11/2013 contou com a presença da prefeita do município, Fátima Mourão, o vice-prefeito Henrique César, o secretário de meio ambiente, Mateus Crisostomo, líder da prefeita e vereador mais votado no município, Sebastião Quirino além do vereador do PT Tadeu Martins.

Os alunos das escolas do município foram incentivados a fazerem uma redação sobre a importância de se reciclar os materiais. A  secretaria municipal de educação selecionou as 10 melhores redações e os alunos foram presentadas com um pen drive. Dentre estes 10 alunos, houve um sorteio de um tablet. Houve também distribuição de cestas básicas para as primeiras pessoas que levaram os materiais recicláveis.


O posto de recebimento abrirá de segunda a sexta das 8:00 as 12:00 e 16:00 as 18:00 e sábado das 8:00 as 12. Os distritos também serão atendidos com um posto móvel que irá se deslocar até a comunidade em dias pré agendados.

Como funciona o projeto Ecoleta?
Qualquer pessoa, física ou jurídica, que tenha uma conta da Coelce, pode se cadastrar no programa, basta levar os materiais recicláveis munido da conta de energia basta que na hora é feito o cartão do Ecoelce. 

Os materiais são pesados e utilizando uma máquina, similar a de cartão de crédito, o crédito é feito on-line e o valor do bônus é creditado automaticamente na conta de energia do cliente. 

Os créditos já adquiridos podem ser consultados no site do Ecoelce:
























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